Passo abaixo a relatar o que vi e a tecer minhas impressões diante do que vi:
Exposição Observadores do horizonte: Uma exposição sobre a expressão de uma época e um momento de contemplação e reflexão sobre a condição humana e a infinita capacidade de desorganizar o estabelacido para produzir o novo.
Impressões gerais: Mostra figuras de pessoas do cotidiano em vários aspectos.
Algumas obras:
· A morte vigiando/2003, Hans Scheib – Mostra um retrato do imaginário sobre a morte, a ideia de que ela está à espreita
· Moça complicada/2005, Hans Scheib – A meu ver é um retrato do jovem atual, com a visão perdida, sem um foco em mente
· Observadores do horizonte/2011, Helge Leiberg – Pessoas olhando para o horizonte em posições diferentes, de perspectivas diferentes, passando a mim a impressão que o autor quis passar a mensagem que mesmo olhando para o mesmo lugar, é importante considerarmos as perspectivas pessoais.
· A pequena morte na linha 6/1999, Hans Scheib – Retrata uma realidade do nosso tempo, o abandono social, a meu ver o a escultura representa um mendigo que a vista da sociedade é um ser “morto”.
Exposição Brasiliana Itaú – Um retrato do Brasil pelos olhos dos colonizadores
Impressões gerais: Achei muito interessante principalmente pelo fato de poder conhecer outro lado da história, outra visão, pois, o que conhecemos normalmente o que conhecemos é o retrato do colonizado, “escravizado”, que só fala das mazelas da colonização, já o que vi nessa exposição é uma visão bela, maquiada talvez, mas, bela, um país belo e rico e aparentemente harmônico.
Algumas observações:
· Surgiram nas primeiras décadas de 1.500, mapas e livros que ajudaram a desenhar o território que conhecemos hoje
· Um dos maiores fascínios dos europeus era a feição dos nativos
· Livro de Claude Dábbeville (1570-1632)
ü Um dos livros mais importantes do Brasil colonial
ü Conta a história da missão dos padres capuchinhos na ilha do Maranhão e terras vizinhas
ü Os frades capuchinhos franceses contam e ilustram a evangelização dos índios do Maranhão
· Período de ocupação do Nordeste pelos holandeses (1624-1654)
ü Período de grande produçào artística e bibliográfica sobre o território recém conquistado.
· Naturalistas (abertura dos portos após a saída dos holandeses)
ü 1810-1820
ü Estudo da fauna e flora pelos alemães Spix e Martius
· Brasil dos viajantes
ü Debret e Rugendas publicaram dois álbuns em Paris em 1834 e 1835 que ajudaram a divulgar o Brasil no exterior
· Vários quadros retratam o Brasil da época, como alguns de seus costumes
· Por ser a capital do Brasil imperial, o Rio de Janeiro se tornou um dos lugares mais retratados na sua época, principalmente pelo fechamento e preservação impostos por Portugal.
Renato Costa Pereira
4º Semestre/ Teologia
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