sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Visita ao Museu Nacional (José Carlos Ferreira)

Vários alunos da Matéria Cultura Brasileira, da Faculdade Evangélica de Brasília, tiveram a oportunidade juntamente com o orientador de conhecer um pouco melhor a história da cultura brasileira. Esta foi uma visita de grande importância para o grupo, tendo em vista que observou-se atentamente todo o material ali exposto.
Os discentes se reuniram na entrada do complexo cultural de Brasília até a chegada do Orientador. Às 09h25min iniciou-se a visita. Logo na entrada da exposição puderam ser vistas algumas esculturas feitas de madeira com autoria de Hans Scheib, madeira e cor. Após alguns minutos notou-se a presença de alguns visitantes civis e alunos acompanhados de monitores do GDF.
Esta exposição revela agora ao público de Brasília a importância da Coleção Brasiliana organizada desde 2000, pelo Senhor Olavo Setubal, presidente do Conselho do Banco Itaú. A exposição já percorreu vários estados brasileiros e permaneceu em Brasília de quinta 14 julho a domingo 21 de agosto, com visitas as terça e domingo de 9h às 18h30.
Percorrendo o acervo, foram vistas peças que relembra a ocupação holandesa  no Brasil no período 1624-1654. O território recém conquistado deu origem a uma séries de importantes livros que relatam a guerra entre portugueses e Holandês. No interior do museu havia uma exposição  de manuscritos,  decretos, cartas, quadros, telas, desenhos mostrando o descobrimento do Brasil em 1.500, pelos portugueses. Muitos relatos foram encontrados com profundo detalhamento em relação à família real, principalmente a respeito de Dom Pedro I e Dona Amélia. Também havia álbuns que tratam do  Brasil dos Viajantes, e revelam imagens da paisagem e do cotidiano brasileiro, que o interesse destes artistas viajantes levou-os aos mais distantes locais; das florestas virgens do interior do país, como, Salvador, Recife, São Luis e São Paulo. Tratando desse imenso  cenário encontrado no litoral Brasileiro, os humanos que habitavam , a flora, a fauna, os escravos, os índios e o desenvolvimento da então terra desconhecida.

Conclusão:

A visita serviu para refletir um pouco sobre a vida de alguns grupos privilegiados e outros grupos como escravos no passado e os contrastes existentes no período colonial brasileiro, especialmente a situação inóspita em que viviam os primeiros colonizadores.

Outro fator importante reside no resgate que se faz do passado a partir desta viagem histórica por meio da arte. Diz-se que o brasileiro é um povo sem memória, especialmente por ignorar os aspectos que perpassam a sua formação cultural. A civilização miscigenada do Brasil, nasceu de contrastes que convergiram no novo mundo descoberto, para que os homens que nele habitavam pudessem sobreviver.

Por fim, pode-se concluir que  tal estratégia de visitação favorece o entendimento a respeito da disciplina proposta, pois em campo é possível visualizar elementos intangíveis no ambiente da sala de aula.
José Carlos Ferreira Lucas
6º Semestre/ Teologia

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