sábado, 1 de outubro de 2011

Visita ao Museu Nacional (Eliane Maciel)

           No dia 19 de agosto ,a turma de teologia  esteve visitando o museu nacional do conjunto cultural da república.                                                             Olavo Setubal profundamente interessado em todas as manifestações da cultura brasileira;ele formulou o projeto de constituir uma grande coleção de peças da natureza diversa inteiramente dedicada ao brasil,a sua historia ,a arte e a literatura foi batizada de brasiliana ITAÚ. Na primeira terra brasílis núcleo e dedicado ao brasil dos seculos XVI e XVII com sua rica cartografia e os primeiros livros que tratam das  terras recém descobertas escravos  em exposição em coleção de artísticos .                                                                                   No segundo núcleo o brasil holandês,encontram-se obras dos grandes artistas Albert Eckout e Frans Post, trazidos por Maurício de Nassau ao nordeste e os livros editados de        vola à holanda .
          Os  terceiros naturalistas e brasil  dos viajantes – abrangem gravuras individuais e os álbuns dos principais naturalistas europeus que começaram  a chagar no inicio do século XIX  ,após um longo hiato de informação sobre o Brasil. São mostradas obras dos principais artistas viajantes entre os quais J.B.Debret e J.M..Rugendas – que revelaram o Brasil ao mundo ,com a chegada de Dom João VI, que finalmente abriu, pais ao exterior .
O quinto núcleo, Rio de Janeiro  apresenta a riquíssima iconografia da cidade e de seus habitantes ao longo do seculo XIX, com um segmento dedicado os magníficos panoramas e gravuras  da cidade ,assim como o recem – adquiridos do Trompe l'oeil de Debret.    
             Os núcleos finais cobrem  o extenso  acervo de livros ,impressos  e documentos reunidos  pela coleção brasiliana ITAÚ. Em memoria da     cultura , destaca-se  um conjunto de primeiras edições dos maiores autores de  de nossa literatura, José de Alencar e Raquel de Queiroz os primeiros impressos no Brasil, documentos originais de todos os governantes do país e de grandes brasileiros, e a coleção dedicada a Santos Drummond. È apresentado um conjunto único dedicado a documentação e a iconografia da escravidão, com gravuras coloridas a mão de autoria de Jean- Baptiste Debret e Johan Moritz Rugendas. O último núcleo-livros de artistas,  exibe um destaque de reunião de publicações, nas quais o talento de nossos maiores artistas com grandes escritores e diretores.
         A visita ao museu foi memorável, onde a turma de teologia se interagiu muito bem e particular foi minha primeira visita ao museu de Brasília, foi uma experiência maravilhosa, estarmos juntos nessa programação que a faculdade nos proporcionou juntamente com o professor contribuiu bastante para o crescimento da nossa cultura.                       



domingo, 18 de setembro de 2011

Visita ao Museu Nacional (Paulo Sérgio Nunes Pereira)

Com o objetivo de conhecer melhor nossa cultura, nós os alunos do curso de Teologia da Faculdade Evangélica de Brasília, fomos ao Museu Nacional tendo como guia o nosso professor da disciplina Cultura Brasileira. Ao chegarmos ao museu fiquei admirado com a obra arquitetônica do mesmo. Logo de início observamos várias obras, dentre elas estavam pinturas e esculturas, dentre elas estavam obras de artistas alemães como Helge Leiberg, Veith Hofman e Hans Scheib. Tudo isso foi possível graças ao intercâmbio cultural entre os dois países, Brasil e Alemanha. Após nos alegrarmos com as mensagens transmitidas pela expressão de cada obra, fomos até a exposição Brasiliana Itaú, que foi organizada desde 2000, por iniciativa de Olavo Setubal, presidente do Conselho do Banco Itaú, que trouxe essa maravilha até nós brasilienses. Confesso que fiquei maravilhado com tantas relíquias que retratam bem nossa história. Na verdade, não foi um simples passeio, mas, uma viagem no tempo onde aprendemos o porquê de uma diversidade de culturas em um único país. Um país colonizado por portugueses, holandeses, espanhóis e etc. habitado por índios, e um grande número de escravos, é claro que o resultado seria essa maravilha chamada de Brasil. Fiquei muito triste ao ver documentos como recibos de compra e venda de escravos, passaporte e até mesmo um atestado de óbito, de um escravo que morreu por estrangulamento. Chamou-me a atenção os livros datados do século XV, XVI, XVII e um documento de 1498, escrito em pergaminho em excelente estado. Também os desenhos daquela época, mostrando São Luiz do Maranhão, Rio de Janeiro, Salvador e etc.

Conclusão: Depois desta visita compreendi melhor a importância de termos a nossa mente mais aberta para as culturas de outros povos, pois, se somos um país com uma das culturas mais diversificada do mundo, eu preciso entender que até mesmo na Igreja do Senhor Jesus também a uma vasta diversidade de culturas, e isso podemos perceber nas diferentes formas de cultuarmos a Deus em nossas milhares de igrejas espalhadas por este país.        

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Visita ao Museu Nacional (LUZMARINA MARTINS DE OLIVEIRA)

Vejo-me tentada a transformar o que deveria ser um relatório sobre a visita ao Museu Nacional de Brasília em um desabafo pessoal. Porém, faço-o creio eu, não só por mim, mas também por aqueles que igualam-se a mim Brasil a fora em tamanha ignorância e estranheza. Ignorância em relação à história do nosso país e estranheza em relação à arte,  ambas expostas diante de nossos olhos na referida visita. De início surpreendeu-me ver contada e de certa forma construída a nossa história por estrangeiros; logo em seguida veio-me a sensação da pouca ou até mesmo da falta de informações sobre as nossas origens e por fim senti-me alegre em reconhecer que apesar de tantas angústias somos um povo que tem orgulho de ser brasileiro.
Vermos contada por outros a nossa própria história é de certa forma frustrante, no entanto, é bem verdade que foi de suma importância que muitos, ainda que não dos nossos, tenham tido interesse em documentar por meio de livros, mapas, gravuras, poemas, cartas, enfim, um tão vasto material que tornou possível ao longo do tempo ser conhecida as nossas origens. Ao cartógrafo Waldsmüller de 1525; ao Príncipe Maurício de Nassau- Holandes que trouxe com ele cientistas e artistas para documentar todas as novidades que o nordeste permitia descobrir, entre eles: Frans Post e Albert Eckhout – Quadros a óleo, estes que inspiraram outras obras; aos que após a abertura dos portos em 1808 (especialmente entre 1810 e 1820) – naturalistas que desenvolveram trabalhos baseados no estudo de nossa fauna e flora – entre eles os alemães Spiz e Martius; aos Debret e Rugendas, autores de álbuns de gravuras editadas em Paris (1834 e 1835), que revelaram imagens das paisagens e cotidianos brasileiros aos europeus; aos artistas viajantes ansiosos por retratarem nosso país, tanto das suas belezas, das suas riquezas naturais, quanto dos seus habitantes com os seus mais diversos e curiosos hábitos e costumes. Entre 1810 e 1850 o Rio de Janeiro, ora capital Imperial, foi uma das cidades mais retratadas do mundo.
Assim, com os seus olhos ávidos, apaixonados e nem sempre bem intencionados e sim movidos pelos mais diversos interesses por tudo o que aqui já estava e pelos que aqui já viviam; muitos vieram, trouxeram outros e também muitos ficaram por aqui. Portugueses, Holandeses, Africanos, Europeus, não só se puseram a contar as histórias mais também passaram a fazer parte dela; dessa mistura de povos, dos que chegaram e dos que já estavam (indígenas), das misturas de culturas e tudo o mais. Contudo, a cada um que de uma forma ou de outra fez parte desta “descoberta“  fica uma certa gratidão, especialmente aos que a registraram em tempos tão longínquos, mas também nos dias atuais fica a gratidão por existirem pessoas interessadas em expor tais registros ao conhecimento do povo, ainda que muitos jamais lhe tocarão os olhos, já terá sido válida por aqueles que lhe tocaram.
Sobre a pouca ou falta de informação, quero expor da consciência que tive da minha pequenez, tamanha foi a minha tristeza por me enxergar tão desinformada sobre nossa pátria amada, pois tantas vezes declaramos amá-la e nem ao menos a conhecemos como deveríamos. Com certo constrangimento pude ver que homens e mulheres cursando nível superior desconheciam muitas das informações que nos foram apresentadas durante a visita. Por não tê-las visto antes com inteireza ou integridade ou talvez por não as tê-las fixadas em suas mentes. Creio que como infelizmente ainda hoje acontece no terceiro grau, também ocorria outrora no segundo, no primeiro e no ensino básico, ou seja, uma educação muito básica e deficiente, onde poucos privilegiados tiveram acesso a ótimas e seletas escolas, em sua maioria, particulares.
É importante reconhecer que sempre existiram bons mestres, verdadeiros educadores, porém o tempo, o lugar e os recursos necessários quase nunca existiram; especialmente nas escolas públicas e o ensino sempre esteve longe do considerado ideal. E ainda é bem verdade que os fatores que prejudicam o aprendizado dos brasileiros é tão amplo que se fossemos relatá-los e comentá-los aqui, talvez fugíssemos muito do assunto em questão. Onde a questão principal é que alunos dos mais diversos níveis de ensino, seguem em frente sem terem adquirido um bom conteúdo. E por falar em conteúdo, meu Deus, e a arte? A cultura no sentido do conhecimento das artes, referindo àquelas que não alcançam o grande público ou quem sabe àquelas que o grande público não as alcança... Não as alcança em muitos sentidos e um deles e o da compreensão do que querem nos dizer os seus autores. É de entristecer o fato de que não sabemos apreciá-la e chega a ser cômico, pois nos provoca risos ou ainda pior nos parece sem sentido e sem graça! Os artistas que nos desculpem por tamanha ignorância, mas o nosso país também não é devidamente preparado ou educado para reconhecer em tais objetos a motivação, o interesse e o entusiasmo que os mesmos pretendem alcançar. Atrevo-me a dizer as gentes do nosso país esta muito ocupada com a arte de sobreviver e até sei que muitos até sobrevivem da arte sim, mas muitas das vezes nem sabem o exato valor que possuem, apenas praticam a arte da sobreviver aos percalços da vida, do cotidiano, e quando lhes sobra um tempo que dificilmente vem acompanhado de um pouco de dinheiro, buscam a diversão e a arte mais alcançáveis, tais como: assistir televisão ou ouvir música. Ah! Que bom seria, se fossem os adeptos de uma boa leitura a maior parte da população e que os livros fossem mais acessíveis e ainda que o sono não fosse tão irresistível e dominador depois de um dia cheio de trabalho e preocupações.
Sobretudo, não seria justo deixar de relatar sobre a força, a coragem e o entusiasmo que o nosso povo tem para superar as dificuldades, ainda que na política, na economia, na saúde, na segurança, na educação e em outros aspectos as coisas não andem bem. Ainda assim, continuar rompendo, resistente e alegre, ainda que não totalmente contente, porém, sem perder a fé e a esperança em dias melhores! Tem-se o orgulho de ser brasileiro e isso é bom...

Visita ao Museu Nacional (ALINE BARBOSA SILVA)

De acordo com a proposta do professor Loiola para a aula de Cultura Brasileira, os estudantes de Teologia estiveram no Museu Nacional de Brasília para prestigiar a Coleção Brasiliana Itaú, no dia 19 de agosto de 2011, sexta-feira. A coleção belíssima que possui um acervo raro de gravuras, objetos, mapas, documentos, livros e muita história sobre a cultura brasileira à partir do século XVI até o século XX. A exposição, organizada desde 2000 por iniciativa de Olavo Setubal, presidente do Conselho do Banco Itaú, segue à publicação de um livro que apresenta o acervo completo. Em apenas oito anos, conseguiu reunir uma das coleções mais amplas relacionada à história cultural brasileira, onde foi apresentada em sete núcleos. Terra Brasilis – Revela a visão do Brasil do século XVI e XVII através da cartografia da época, onde os primeiros mapas mesmo não sendo tão precisos, com o passar dos anos os cartógrafos foram sendo mais próximos da realidade pela necessidade que a navegação dos ansiosos europeus exigia. E a mais importante família de cartógrafos da época, os holandeses Blaeu criaram, em 1664, o maior e mais belo atlas do seu tempo, o Grande Atlas Blaeu, que possui 12 volumes com mais de 600 mapas. Brasil Holandês – Período acerca da ocupação dos Holandeses no Nordeste, de 1624 a 1654. Maurício de Nassau, fidalgo europeu responsável pelas províncias holandesas no Brasil, trouxe cientistas e artistas, como Frans Post e Albert Eckhout, que em seus trabalhos em quadros a óleo retrataram paisagens e nativos de forma brilhante. Brasil dos Naturalistas – O Brasil permaneceu fechado por um século e meio, desde a partida dos holandeses até a chegada de D. João VI ao Rio de Janeiro, mas através da abertura dos portos em 1808, milhares de naturalistas vieram, entre 1810 e 1820, estudar a nossa fauna e flora. Spix e Martius destacaram-se por seu trabalho ilustrando os animais e plantas do Brasil. Rio de Janeiro – Capital real e imperial, o Rio foi uma das cidades mais visitadas do mundo entre os anos 1810 e 1850, principalmente por artistas viajantes estrangeiros que queriam retratar sua beleza natural riquíssima. Essa exposição se deu através de panoramas, gravuras e aquarelas trabalhadas de forma primorosa por artistas como Salathé, Debret e Rugentas. Memória da Cultura – Grandes momentos da história e da cultura do Brasil são retratados em dois séculos de literatura brasileira em livros, cartas, manuscritos dos nossos principais romancistas e poetas. Documentos de chefes de estado, de Dom Manuel até Tancredo Neves, e de Santos Dumont, junto com preciosos objetos pessoais do famoso inventor.
            Ao visitar essa exposição, meu gosto por museus e história foi renovado, assim como, meu interesse pela memória e cultura do Brasil. Infelizmente, muito do nosso país só pôde ser retratado a partir de uma visão européia viciada, que além de massacrar povos indígenas e suas culturas, destruiu eras de história de como esses povos surgiram aqui. O que nós temos a oportunidade de ver hoje são algumas representações do que o Brasil era inicialmente e as suas modificações ao longo dos séculos. De como Portugal retardou a influência de outros povos, que talvez pudessem ter trazido uma cultura mais habitacional do que exploratória, ou não. Mas a diferença de belas culturas de cada região do país é explicada com a vinda, depois de muitos anos, de afro-descendentes escravos e outros povos europeus. A história do Brasil pode ser cheia de acontecimentos tristes como todos os outros países tiveram e continuam tendo, mas eles não devem sufocar os bons momentos, e não tiram o amor por nosso povo, cuja miscigenação, pra mim, se torna mais um motivo para cuidarmos uns dos outros em união, e atentarmos para as belíssimas áreas naturais que ainda temos.

Visita ao Museu Nacional (SANDRA MATOS)

     Relatório da visita ao Museu Nacional do Conjunto Cultural da República em Brasília no dia 19 de agosto de 2011 ás 09 horas.
     O objetivo da visita foi à apreciação da exposição da Coleção Brasiliana, que revela a importância da Coleção, sua amplitude e variedade. A Coleção foi dividida por ambientes, onde foi apresentada passo a passo a totalidade da exposição com suas principais peças, histórias, arte e literatura.
     O primeiro ambiente tem o nome de Terra Brasilis e é dedicado aos livros, mapas e impressos que mostram a cartografia de país novo, que exercia fascínio nos europeus a respeito de uma terra que ainda recebia o nome de Terra Papagallis ou Terra dos Papagaios. Onde o aspecto mais ressaltado era a antropofagia.
     Segundo o Brasil Holandês, retratava a ocupação do Brasil pelos Holandeses que contribuiu para uma importante produção artística sobre o território conquistado, onde o governo das províncias holandesas no Brasil feto por Maurício de Nassau trouxe cientistas e artistas para documentar tudo. Entre quadros, obras e tapeçarias deu origem a muitos livros como Jornada dos Vassalos da Coroa, Magnífico Mundo Novo, Memorável Viagem Marítima e Terrestre, cartas, manuscritos e etc.
     No ambiente Brasil Naturalista é tratada a saída dos holandeses e a chegada de D. João VI. Por ter fechado o país a estrangeiros, nada foi acrescentado, mas com a abertura em 1808 muitos naturalistas acrescentaram com seus trabalhos voltados para a flora, a fauna e as ilustrações sobre os índios em trajes da época, livros e esculturas tudo eles recolhiam até cabeça de cobra tudo foi preservado na exposição como foi montado.
     Em o Brasil dos viajantes é resultado do interesse dos artistas em documentar o Brasil Novo, viajavam as mais distantes do interior aos litorais, para imortalizar as curiosidades dos europeus, as paisagens e o cotidiano do povo brasileiro. Entre eles estão: a) O Filho do artista tomando banho na varanda da residência de seu avô – 1830. b) Cachoeiras de Paulo Afonso – 1863. c) Panorama da cidade de São Paulo – 1821. A mais antiga pintura conhecida.
     Conseguinte o Rio de Janeiro parada obrigatória para os artistas por ser a Capital Imperial, sendo a cidade mais retratada do mundo pó volta de 1810 a1850. Esta produção única e de importância fundamental para a icnografia do rio de Janeiro permaneceram inéditas até ser adquirida recentemente pra integrar a Coleção Brasiliana, com livros, quadros, documentos e bustos de Joaquim Machado de Castro.
     A vitrine reúne diversas peças ligadas as famílias Reais e Imperiais do Brasil e de Portugal incluem ainda importantes gravuras e quadros de Debret e Victor Meireles, um notável busto de D. João VI, assim como a efígie do Imperador contendo a constituição do Império.
A Memória Cultural é outro ambiente que retrata todos os chefes de estado de Brasil de Dom Manoel, o Venturoso, a Tancredo Neves. Livros, documentos, atos oficiais, documentos fundamentais para nossa historia econômica, documentos impares sobre nossa escravidão, gravuras, certidões de nascimento e de óbito, impostos de escravos, recibos de compra e venda carta de alforria e passaportes, as principais edições de livros mais famosos.
     Os livros de Artistas são edições artesanais nas quais obras originais são inseridas como ilustração para o texto. Ao livros editados no Brasil em grandes tiragens também ao longo do século XX capas desenhadas por renomados artistas, com resultado de alta qualidade.
     Concluindo na história do Brasil temos mais autores, pintores, cientistas e escritores de fora do que do país. Nossa historia foi contada por pessoas que viram algo, mas não viveram a historia, mesmo assim da para se concluir que é uma das historias mais sofridas do mundo, quem participou dela ou participa poderia contá-la melhor. Somos felizes pela rica Coleção ao nosso dispor.
     Parabéns a Coleção Brasiliana Itaú  e parabéns Brasil. 

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Visita ao Museu Nacional (Antonio Francisco Rodrigues)

       Venho por meio deste relatório informar que essa foi a primeira vez que visitei o museu nacional de Brasília,e foi uma experiência muito importante para minha vida acadêmica e tenho certeza que todos os colegas  presentes nessa visita puderam conhecer um vasto material, que mostra o quanto nosso Brasil é rico e o quanto a cultura é diversificada. Nessa exposição pude contemplar muitos documentários antigos muitas cartas escritas no século XV, e obras de arte em forma de escultura com diversos personagens,que já conhecemos, exemplo: a morte,branca de neve etc...mas o que mais me chamou a atenção foi um documento escrito no ano 1498 por D.Manuel I esse documento foi escrito em pergaminho e até hoje se encontra em perfeito estado de conservação.
      Podemos ver as primeiras décadas que seguiram a chegada dos portugueses ao Brasil em 1500. Em  mapas podemos ver a vista que eles tinha de nossa terra que não era conhecida pelo nome Brasil, mas era chamada de terra dos  papagaios. É  realmente muito importante essa exposição para o povo brasiliense que pode ver de perto um legado enorme de documentos que compravam a veracidade escrita em muitos livros de historia, e podemos ver de perto o pano de fundo de toda nossa história e cultura, já  que  a maior parte da população desconhece sobre a história do nosso país.
ANTONIO   FRANCISCO  RODRIGUES  CARVALHO
5º Semestre/ Teologia

Visita ao Museu Nacional (Tania Mara)

No dia 19 de agosto do corrente ano, os discentes do curso de Teologia (Disciplina Cultura Brasileira) da Faculdade Evangélica de Brasília, fizeram uma incursão ao citado Museu sob a orientação do Prof. Roberto Loiola. Neste momento tivemos a oportunidade, uns pela primeira vez, de conhecermos uma parte do complexo compreendido pelo Museu que em si só pela sua bela estrutura arquitetônica nos deixa livre para  afirmar que é uma bela obra de arte que abriga “dentro de si” diversas outras obras de arte. 
Essa visita nos proporcionou uma viagem fascinante por um Brasil nunca visto, contado ou retratado nas escolas secundárias pudemos contemplar uma belíssima coleção com um acervo de aproximadamente mais de 300 itens dedicados a contar um pouco da nossa história, de um Brasil muitas vezes desconhecido, revelando-nos um rico acervo de obras diversas, brasões, moedas, pinturas, aquarelas, desenhos, gravuras, mapas e livros, documentos históricos com uma riqueza de detalhes inimagináveis, ligados à história do Brasil.
Raridades como o retrato de Dom Pedro II, ainda jovem, realizado por Rugendas em 1846. Com curadoria de Pedro Corrêa do Lago, abrange desde o período colonial até as primeiras edições dos mais conhecidos álbuns produzidos durante o século XIX sobre o país, bem como livros de artistas ilustrados do século XX.

Num primeiro momento visitamos a Exposição de pintura e escultura “Observadores do Horizonte” organizada pelo colecionador  Francisco Chagas, que no período  que trabalhou na embaixada brasileira em Berlin, pôde conhecer vários  artistas, o que lhe fomentou o desejo de expor estas  obras no Brasil, e isso foi possível graças a um intercâmbio cultural Alemanha/Brasil através da Embaixada da República Federal da Alemanha e o Goethe-Zentrum, Brasília.
 Sob a curadoria de Michael Müller, a exposição “Observadores do Horizonte“. A mostra é composta por pinturas e esculturas de artistas alemães como Helge Leiberg, Hans Scheib e Veith Hofmann, retratando o contexto  de  uma Alemanha dividida, passando por um momento de contemplação e reflexão sobre a condição humana e a infinita capacidade que a  arte tem de desordenar o posto para produzir o original.
Foi possível observar a riqueza e a multidiversidade de cores e dos detalhes nas peças de estatuetas entalhadas em pedaços de madeira maciça e em sua grande maioria inteiriça o que de certo, requereu habilidade extremosa dos artistas, pudemos ainda apreciar belas telas em seda e acrílico e papel japonês com uma vasta diversidade de temas e texturas.

Num segundo momento fomos conduzidos a Exposição “Coleção Brasiliana Itaú” que por sua importância, variedade e amplitude presenteiam a nossa cidade e moradores com toda a sua riqueza e beleza.
Essa exposição teve a iniciativa do ex-presidente do conselho do Banco Itaú o senhor Olavo Setúbal, que foi quem a batizou com esse nome “Brasiliana Itaú”. No ano de 2000, Setúbal um apreciador de todas as manifestações da cultura brasileira projetou constituir uma grande coleção de  peças de natureza diversas, dedicada ao Brasil, à sua história, à arte e a literatura, e num curto  período de oito anos conseguiu formar um dos acervos mais completos e ricos ligados a nossa cultura brasileira. Conta originalmente com aproximadamente 1200 itens e 5000 imagens aproximadamente.
Em 2010, a Brasiliana Itaú passou pela Pinacoteca do Estado, em São Paulo, pelo Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e pela Fundação Clóvis Salgado, em Belo Horizonte, e em 2011 foi vista em Fortaleza, no Espaço Cultural UNIFOR da Universidade de Fortaleza.
A exposição Brasiliana Itaú esta dividida em sete grandes núcleos:

O núcleo, Terra Brasilis retrata o Brasil dos séculos XVI e XVII, e apresenta farta iconografia sobre o Brasil colonial por meio de mapas, os primeiros livros relatando com pungência de detalhes a terra recém-descoberta, em pinturas e gravuras, em outro núcleo grandes obras de arte de Albert Eckhout e Frans Post, aonde é retratado a visão que os holandeses tiveram em relação à terra recém-descoberta, (localizada na região nordeste), que foi explorada pelos holandeses, a qual veio a se tornar a região nordestina do Brasil. A pintura “Povoado Numa Planície Arborizada”, de Frans Post retrata um típico vilarejo do nordeste do século XVII.
Outro segmento interessante  da exposição revela-nos a beleza e vastidão do Rio de Janeiro e  de seus habitantes no decorrer do século XIX, com destaque na iconografia da cidade, é um conjunto composto por  quadros, amplos panoramas e gravuras  dos viajantes e naturalistas. Na riqueza dos detalhes dos álbuns de gravuras da fauna e flora brasileiras podemos contemplar uma vastíssima diversidade.
Temos ainda uma ala dedicada a uma ampla abordagem sobre a família imperial durante sua estadia no Brasil. Destacando-se nesse ambiente a belíssima obra de Jean-Baptiste Debret intitulado o Segundo Casamento de D. Pedro I, de 1829, varias pinturas de importantes artistas  viajantes também fazem parte desse conjunto. Temos ainda uma bela Vista da Cidade de São Paulo, 1821, de Arnaud Julien Pallière, que retrata uma panorâmica da cidade de São Paulo.
A última, mas não menos importante parte da amostra descortina o belo e extenso acervo de livros, de grande relevância na cultura brasileira, impressos e documentos de diversas épocas da nossa historia e manuscritos de governantes do País, uma ala é dedicada a toda documentação e iconografia da escravidão. Em outro segmento há uma coleção dedicada a Santos Dumont, com alguns objetos pessoais, e um destacado conjunto de publicações dos principais artistas do Brasil, atrelam-se ao dos grandes escritores e editores. Enfim um encontro com nossas origens, do novo com o passado.
Nessa “saborosa” viagem a um mundo, até então desconhecido para alguns acredito que todos os que puderam compartilhar dessa experiência tenham se sentido  cada um a sua maneira, de certa forma encantados e recompensados por essa oportunidade de adentrarmos um pouquinho mais nesse capitulo fascinante da historia de nossa cultura.

Vale aqui o sentimento de gratidão ao nosso mestre por tão alvissareiro convite.

Tânia Mara
       Teologia/4º Sem.