terça-feira, 30 de agosto de 2011

Visita ao Museu Nacional (Divanir da Silva)

A faculdade Evangélica de Brasília proporcionou aos alunos do curso Bacharel em Teologia ,matéria cultura Brasileira professor Loyolla no dia 19 de agosto de 2011  uma  visita ao museu Nacional  para contemplar-mos  a exposição Coleção Brasiliana Itaú, uma exposição fascinante e   muito variada  revelando a diversidade de documentos e objetos produzidos e utilizados durante o período do descobrimento do Brasil,  é importante ressaltar a riqueza de detalhes sobre nossa cultura Brasileira expressados na arte e na historia esculpido por mãos que nos permitiram não sermos mais só ouvintes mas visualizadores dos  documentos de nossos desbravadores .O  artesanato não exposto dentro do museu,mas a primeira visão de uma das nossas culturas, bibelôs
A faculdade Evangélica de Brasília proporcionou aos alunos do curso Bacharel em Teologia ,matéria cultura Brasileira professor Loyolla no dia 19 de agosto de 2011  uma  visita ao museu Nacional  para contemplar-mos  a exposição Coleção Brasiliana Itaú, uma exposição fascinante e   muito variada  revelando a diversidade de documentos e objetos produzidos e utilizados durante o período do descobrimento do Brasil,  é importante ressaltar a riqueza de detalhes sobre nossa cultura Brasileira expressados na arte e na historia esculpido por mãos que nos permitiram não sermos mais só ouvintes mas visualizadores dos  documentos de nossos desbravadores .O  artesanato não exposto dentro do museu,mas a primeira visão de uma das nossas culturas, bibelôs produzidos por nosso povo foi possível observar na  exposição  desde a mais simples e humildes revelações da historia do Brasil, quanto as mais ricas relíquias que só se escutava falar em contos da historia do Brasil, adentrando no museu Nacional Terra Brasilis  expõe os primeiros mapas como o Atlas Cosmografia Blaviana, editado em 1662 pela casa editora holandesa Blaeu, em Amesterdã contendo quase 600 mapas e mais três mil paginas de texto com explanações profundas de todos continente,ilhas,cidades e países então conhecido pelos europeus e livros de Carlos Drumond de Andrade como o Fala Amendoeira de 1957,e um certificado de habilitação escolar que teve por inspetor federal de ensino Graciliano Ramos em 14 de Dezembro de 1946,  observei o nome do aluno outrora despercebido pela historia mas revelado aos meus olhos  naquele momento único por conta de um nome tão conhecido pela maior parte dos brasileiros. bservar que a nota mais baixa do aluno era na matéria Historia do Brasil me trouxe curiosidade. 
 Foi de grande importância esta visita proporcionada pelo nosso mestre para enriquecer  nossos conhecimentos do ponto de vista que recebemos  mais  informações sobre as motivações e razões das descoberta do nosso país, foi uma experiência fascinante e orientadora ao ponto de passarmos a conhecer detalhes nas gravuras das aventuras dos desbravadores de novas terras, principalmente terras  desconhecido para eles,e hoje revelada para nos, gostei também da riqueza de detalhes de algumas esculturas ,quadros  com a qual eles retratavam as pessoas que aqui viviam e os seus hábitos de igual forma os animais e a vegetação e todo o aparato histórico que encontramos neta visita tão bem elaborada e acertada como metodologia educacional,deixo aqui a vontade de expor  todas as fotos que tiramos para que outros pudessem contemplar através deste relatório o que me foi condicionado , mas relato que pessoalmente é incomparável.
Divanir da Silva Lima
Teologia/ 6º Semestre

Visita ao Museu Nacional (Maria Cristina Amaral do Araújo)

Na nossa visita ao Museu nacional foi possível observar maravilhosas obras de arte, a começar pelo próprio museu, que pra mim já é uma bela obra de arte.
Vi vários gêneros de arte: esculturas em madeira, telas enormes pintadas de Helge Leiberg, coleções de mapas antigos de uma beleza extraordinária e de informações riquíssimas ( um detalhe que achei muito interessante foi um mapa antigo no qual mostrava monstros no mar, me fez lembrar das aulas da faculdade onde o professor nos ensinou a respeito disso, foi muito interessante visualizar isso), vi também um livro com gravuras mostrando a realidade da chegado dos colonizadores no Brasil, totalmente diferente do que aprendemos na escola, outra coleção que me chamou a atenção foi de varias gravuras relatando como era o Brasil, sua fauna, flora, as matas, os animais, os índios, tudo com tanto detalhe que nos prende por muito tempo na frente das telas.  Outra coleção belíssima é a de Joahnn Moritz Rugendas gravuras extraídas do álbum “Viagem pitoresca através do Brasil”, nessa coleção ele retrata algo típico de cada estado. Havia também coleção de literaturas brasileira antigas famosas, documentos, jornal, boletim escolar. São tantas coisas que não dá pra relatar tudo. Foi um dia agradável, diferente, interessante. Valeu a pena ter ido lá.   
Maria Cristina Amaral do Araújo
Teologia/ 4º semestre


  

  

   

Visita ao Museu Nacional (Devanir de Oliveira)

A turma do Curso de Teologia da Faculdade Evangélica de Brasília, orientada pelo professor  Roberto Loyola, esteve na manhã do dia 19 de agosto do corrente nas instalações do Museu Nacional de Brasília para uma visita de estudos cumprindo calendário da matéria Cultura Brasileira.

Na oportunidade estava em exposição a belíssima Coleção Brasiliana Itaú. A coleção foi organizada a partir de 2000, por iniciativa do ex-presidente do Conselho do Banco Itaú, Olavo Setubal, falecido em 2008.

O curador Pedro Corrêa do Lago selecionou o material da coleção formada pelo banqueiro Olavo Setubal (1923-2008) com mais de 5 000 itens. Entre os destaques estão as pinturas Casamento de dom Pedro I e dona Amélia, assinada por Jean-Baptiste Debret em 1829, La Siesta, criada por Rugendas em 1850, e Assinatura da Lei Áurea, registrada por Victor Meirelles em 1888.

Na amostra podemos conferir mapas, aquarelas, pinturas e objetos de arte em geral que traçam caminhos por uma história de 500 anos de cultura. A viagem começa pelos séculos XVI e XVII com uma rica cartografia em Terra Brasilis. A coleção reúne itens de valor inestimável tanto na parte bibliográfica como nas artes plásticas. Além de gravuras, há documentos assinados por chefe de estado, manuscritos literários e mapas que marcam a região até o início do século XVI.

Outra parte fundamental da exposição é formada por um conjunto de quadros e gravuras dos viajantes e naturalistas, com ênfase na iconografia do Rio de Janeiro e de São Paulo, e nos álbuns de gravuras da fauna e flora brasileiras. Entre os destaques estão Panorâma da Cidade de São Paulo [Provìncia], 1821, de Arnaud Julien Pallière, que retrata uma panorâmica da cidade de São Paulo e o recém-descoberto Segundo Casamento de D. Pedro I, 1829, de Debret. Mais pinturas de importantes artistas viajantes também integram esta seção, em aquarela ou em gravura do Rio de Janeiro e outras obras ligadas à família real portuguesa.

A exposição é dedicada à memória histórica do Brasil, a partir da chegada dos portugueses e passando pela biografia de grandes personalidades, como o ex-presidente Tancredo Neves e o inventor Santos Dumont.

Devanir Novellino de Oliveira
 6º Semestre de Teologia -FE

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Visita ao Museu Nacional (Larrí Xavier da Cunha)

No dia 19 de agosto de 2011 nós da turma de Cultura brasileira do curso de Teologia visitamos a exposição Coleção Brasiliana Itaú, uma exposição muito variada e interessante que revela a diversidade de documentos e objetos produzidos e utilizados durante o período do descobrimento do Brasil, a exposição foi dividida em sete núcleos sendo o primeiro, Terra Brasilis que mostrou os primeiros mapas e livros da terra descoberta, o segundo era Brasil Holandês que falava do período de ocupação do Nordeste do Brasil pelos Holandeses, o terceiro era o Brasil dos Naturalistas que mostra gravuras e álbuns de naturistas sobre a fauna e flora do Brasil, o quarto é o Brasil dos Viajantes que trata de dois álbuns o de Debret e do Rugendas que revelava para os Europeus as imagens da paisagem e do cotidiano brasileiro, o quinto foi dedicado ao Rio de Janeiro para mostrar o formato panorâmico do Rio e retratar a sua beleza, o sexto Memória da Cultura, mostra os primeiros impressos e o extenso acervo de livros destacando um conjunto de primeiras edições dos maiores autores de nossa literatura e o sétimo Livros de Artistas, que exibe uma destacada reunião de publicações. 
A visita para mim foi muito importante do ponto de vista que passei a conheceu um pouco mais das motivações e rações da descoberta do nosso país, foi uma experiência agradável e reveladora ao ponto que passamos a conhecer detalhes da aventura de desbravar novas terras, principalmente terras com o Brasil totalmente desconhecido para eles, gostei também da riqueza de detalhes com a qual eles retratavam as pessoas que aqui viviam e os seus hábitos de igual forma os animais e a vegetação, com certeza por esse motivo o Brasil é chamado de Terra dos Papagaios num dos primeiros mapas do cartógrafo Waldsmüller.

ALUNO: Larrí Xavier da Cunha 
5º Semestre/ Teologia

sábado, 27 de agosto de 2011

Visita ao Museu Nacional (Antonio Ernandes)

O orientador promoveu nessa data um momento de grande importância para o grupo já mencionado, tendo em vista que alguns discentes ainda não conheciam o complexo cultural de Brasília e outros que há muito tempo não visitavam o ambiente. As 09h30min iniciamos o cronograma de visita e de inicio notei a presença de alguns visitantes e aluno do ensino fundamental de escolas publica, contemplando a exposição devidamente acompanhados de seus professores e guias do museu. Esta coletânea se deu origem no ano 2000 por iniciativa do presidente com conselho do Banco Itaú o senhor Olavo Setubal, que após a sua organização a denominou Brasiliana Itaú, exposição que já percorreu vários estados brasileiros e atualmente encontra-se na capital federal, em primeiro plano há uma exposição de todo o acervo que a coleção possui com relação ao século XVI e XVII com cartografias, livros do que foi encontrado nas novas terras batizadas com o nome de terras brasillis, no segundo momento grandes obras de arte do Albert Eckhout e Frans Post, nesse momento é retratada a visão que os holandeses tiveram em relação às terras novas localizado na região nordeste local onde foi explorado pelos holandeses, que se tornaria na região nordestina do Brasil.
Em outro ambiente a uma exposição através de manuscritos, cartas, decretos, desenhos rústicos, telas, quadros, documentos oficiais da época, esculturas retratando o descobrimento do Brasil em 1.500, pelos portugueses onde temos o mapa mais antigo do litoral brasileiro de uma terra então chamada Terra Papagallis ou Terra dos Papagaios, pelo grande numero de aves avistadas na época, varias figuras são mostradas com riquezas de detalhes com relação à família real, com o cenário encontrado no litoral Brasileiro, os humanos que habitavam a época, a fauna, a flora, os escravos, os índios e o desenvolvimento da então terra desconhecida, em outra linha de frente tinha a visão clara do príncipe Mauricio de Nassau que era o governante da província holandesa que se instalou em primeiro plano no nordeste brasileiro, a uma passagem bem clara dos animais em convivência harmônica com os primitivos e a natureza ilustrada nos painéis do Brasil dos naturalistas entre eles os índios, alguns álbuns de gravuras produzidas das viagens realizadas neste ambiente ora desconhecidas isso foi por volta de 1.834 e 1.835, exposto em Paris colocados como curiosidades das viagens feitas pelo Brasil, à outra exposição muito clara da panorâmica do Rio de Janeiro na primeira metade do século XIX enriquecendo a historia da colonização e o desenvolvimento do país então chamado Brasil.

Considerações Finais:

Do ponto de vista acadêmico a visita foi de grande relevância, pois aumentou o conhecimento já adquirido ao longo da vida discente apenas através da historia e de livros principalmente no ensino fundamental, foi possível constatar de outro ângulo através de documentos, fotos, escritos, manuscritos, esculturas, mapas... Dando uma visão clara para aqueles que só tinham lido a respeito ou estudado através da literatura.                                                                                                          
Agradeço a iniciativa do coordenador por proporcionar um momento de voltar à origem dessa nação chamada Brasil.
ANTONIO ERNANDE NEGREIROS SOARES
Aluno 6º Semestre/ Teologia



Visita ao Museu Nacional (Walkiria Ozório)

Relatório de visita a exposição Coleção Brasiliana Itaú no Museu Nacional do Conjunto Cultural da República no dia 19 de agosto de 2011.
Na manhã dessa sexta-feira foi proporcionada aos alunos do curso de Teologia da disciplina Cultura Brasileira a oportunidade de apreciar e admirar a referida exposição.
Num primeiro momento foram observadas diversas obras que fazem parte da coleção idealizada por Francisco Chagas, colecionador de arte, que durante sua estada de sete anos na antiga Berlim, trabalhando na embaixada brasileira, teve a oportunidade de conhecer diversos artistas, obtendo dos mesmos uma grande colaboração para que fosse possível expor essas obras ao povo brasileiro. O colecionador afirma que mesmo num ambiente tão hostil como o era aquele em que viviam aqueles artistas manteve-se o poder criador destes.
Apenas a titulo de exemplo seguem alguns deles e suas obras: Keit Hofmann utilizando papel japonês apresentou alguns quadros interessantes como, plantas; som das savanas; mundo dos tatus; dança; a mensagem; lua verde; a escada, dentre outros. Helge Leiberg por meio da tela em acrílico apresentou terra a vista; horizontes, corredores na savana. Um dos quadros chamado sísifo chamou a atenção, pois aparentava ser um homem bem suado visto que fazia muito esforço para segurar um arco com as costas o qual se encontrava numa ladeira e dentro do arco havia uma pessoa. Hans Scheib apresentando algumas estatuetas em madeira como a “moça complicada” que tinha um cabelo sobre uma das face do rosto, mais se parecendo um “emo” e a poetisa que estava sentada pensando.
Num segundo momento, o grupo foi dirigido a outro ambiente do museu, onde se pode tomar conhecimento que o príncipe Mauricio de Nassau, responsável pelo governo das províncias holandesas no Brasil, compreendeu que sua expedição seria uma enorme oportunidade cultural e que por isso levou com ele cientistas e artistas para que fosse documentado tudo de novo que sua estada no nordeste permitisse descobrir.
Foi possível apreciar um belíssimo brasão de armas de ferro fundido pertencente ao Conde Maurício de Nassau, o qual foi utilizado para proteger uma lareira de seu palácio. Informa-se que essa foi uma das poucas peças que sobreviveu ao incêndio da casa em 1704 tendo sido encontrado na Europa em 1960.
Em momento posterior adentrou-se no espaço Brasil dos naturalistas que narra que da partida da Holanda até a chegada de D. João VI ao Rio de Janeiro, o Brasil ficou fechado a qualquer estrangeiro por determinação do governo português. Isso gerou uma enorme curiosidade entre os sábios e estudantes europeus. Com a abertura dos portos em 1808 ocorreu uma enxurrada de naturalistas para estudar a fauna e flora brasileira.
Neste espaço foi possível contemplar a obra “Viagem pitoresca e histórica do Brasil (1835) de Jean-Baptiste Debret, um desenhista etnólogo, que consegue captar de forma minuciosa sua perspectiva da natureza, sendo sua percepção nos detalhes algo impressionante. A impressionante obra composta em tinta e aquarela sobre papel do importante naturalista Carl Friedrich Philipp Von Martius mostra a visão romântica de um índio caçando na floresta. Na bela imagem chamou atenção a presença de muitos animais e uma vegetação espessa, totalmente díspar de nossa realidade atual. Lindo mesmo foi apreciar o quadro de Conde de Clarac chamado “Floresta virgem do Brasil” (1822) que é o primeiro retrato fiel da floresta virgem do Brasil que aplacou a imensa curiosidade reprimida das Europa.
Viajando mais um pouco se chegou ao Brasil dos viajantes estando presente os álbuns do francês Jean-Baptiste Debret  e do alemão Rugendas editados em Paris entre 1834 e 1835. Armand Jullien Palliére proporcionou que se admirasse o panorama da cidade de São Paulo, obra encomendada por D. Pedro I, a qual pertenceu à família imperial até 1889. 
Algo que chamou atenção nesse espaço foi uma pintura em óleo sobre tela de Palliére pintada no Brasil de seu tempo em meados do século XIX, a qual mostra de forma simples uma encantadora cena doméstica, qual seja, seu filho tomando banho na entrada da residência do avô que é a famosa casa de Grandjean que existe no Rio de Janeiro, no bairro da Gávea. Na obra aparecem alguns escravos domésticos bem vestidos e aparentemente bem tratados.
 Uma outra pintura em óleo sobre tela que atraiu o olhar foi a de Samuel Walters que retrata de forma extremamente real o heróico resgate de passageiros do navio americano Ocean Monard pela fragata brasileira a vapor Afonso.  O detalhe curioso é que essa é a única pintura a óleo com tema ligado ao Brasil assinada por esse artista.
Por fim, chega-se à bela cidade do Rio de Janeiro, capital real e imperial, cidade que era parada obrigatória para todos os artistas viajantes que passaram pelo Brasil ao longo do século XIX, sendo uma das cidades mais retratadas do mundo entre 1810 e 1850. Nesta ala do museu havia preciosidades como a 1ª Edição do Correio Brasiliense, que foi o jornal brasileiro mais conhecido e o que mais influenciou no século XIX, sendo o pioneiro em vários aspectos e também o primeiro período em português, tendo sido impresso em Londres por mais de 15 anos e a obra O Guarany, etc.
Novamente surge Debret numa pintura em óleo sobre tela retratando o casamento de D. Pedro I e D. Amélia. Tomou-se conhecimento que são poucas as pinturas a óleo conhecidas deste renomado autor em torno de temas brasileiros.
Por fim, em meio a tantas curiosidades, deparei-me com um anúncio de um escravo fugitivo e de como eram fascinantes os anúncios relativos à fuga de escravos publicados aquela época. Informa-se que ao longo de quase oito décadas de Império, esses anúncios preencheram inúmeras colunas dos jornais.
Esse é um típico anúncio que, hoje, seguramente, seria alvo de inúmeras ações judiciais envolvendo questões de racismo e injúria qualificada. Apesar de vivenciarmos hoje um racismo velado, inclusive dentro de nossas igrejas, é possível vislumbrar que nossa mentalidade retrógrada em muito evoluiu tendo como parâmetro esses anúncios que são uma verdadeira agressão a dignidade humana. Devemos louvar a Deus por termos uma Constituição que, apesar de ser uma grande colcha de retalhos, em razão de tantas emendas, é a norma suprema de nosso País que tem imprimido valores essenciais ao restabelecimento de toda e qualquer forma de injustiça e discriminação contra o ser humano. Prova disso é que estampado já no seu artigo 1º vislumbra-se como fundamento à dignidade da pessoa humana e como objetivo fundamental da República (art. 2º) a construção de uma sociedade livre, justa e igualitária e a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça e qualquer outra forma discriminatória.
Walkiria Ozório Corrêa
Aluna Teologia

Visita ao Museu Nacional (MEIRIELEN CARDOSO)

O objetivo da visita fica claro ao chegar museu encontramos um folder com imagens do casamento do Dom Pedro I, com a descrição da obra intitulado “coleção Brasiliana Itaú”, que são achados históricos de documentos, mapas e livros como também imagens e descrições de inúmeros visitantes do Brasil, logo nos primeiros séculos de sua existência.
Ao entrar no prédio é impossível não observar a arquitetura do lugar um das tantas que Oscar Niemeyer sendo que primeiramente fomos observadores do conjunto da Obra “os observadores do horizonte”, um achado comtemporânea de pinturas e estatuas com detalhes insinuantes a obra faz parte de uma parceria com Alemanha um intercâbio cultural, o sentimento expressão através das obras parte de um grito silencioso após o fim da ditadura.
A “coleção brasiliana Itaú” há um interessa em apresentar as manifestações da cultura brasileira foram apresentados os primeiros livros escritos sobre o.Brasil No segundo momento foi apresentado o  o Brasil Holândes , são obras de grandes arttistas trazidos por Mauricio Nassau ao Nordeste e os livros que foram editados na Holanda. O terceiro e quarto momento são apresentações do Brasil naturalista e o Brasil dos viajantes –São imagens da fauna e flora que pelo que foi observado sempre chamaram a atenção dos seus visitantes . São apresentadas obras dos principais viajantes , que revelaram o Brasil ao mundo.No quinto momento lindas imagens do Rio de Janeiro sempre lindo e imprecionante não deixando de destacar as imagens panorâmicas da cidade, da-se-a a entende a expressao “ cidade maravilhosa”.
Considerações pessoas

A história sempre foi objeto de especulações. Somos seres feitos de história e é sempre rico poder ter acesso a um mundo desconhecido. As obras dos observadores do horizonte nos convidar a olhar mais nosso cotidiano e nos envolver, viver e desfrutar do hoje construindo o amanhã. Observei o olhar de cada estatua e notei um tom de tristeza, acredito ser proposital em vista que são obras de tom libertador de uma opressão causada pela ditadura.
Quando as inúmeras descobertas do Brasil através de livros, mapas as imagens nos impressionam é uma viagem pela nossa historia e o ponto que mais tocou foram as imagens de lugares onde já foram visitados por mim, onde senti satisfação em ter entrado de alguma forma na história. Ver o  Rio de Janeiro e Pernambuco me encheu de alegria são lugares que encantam sempre tanto hoje como  a séculos atrás.
MEIRIELEN CARDOSO XAVIER
Aluna do 6º Semetre/ Teologia